A primeira edição da Copa América aconteceu há 100 anos, em 1916. O primeiro campeão o Uruguai, no campeonato que aconteceu na Argentina. Até a edição de 1939 apenas Brasil, Uruguai e Argentina foram os campeões. Com respectivamente dois, sete e cinco títulos para cada.
Quando o Peru foi sediar a edição pela terceira vez em 12 anos, conseguiu o título. Depois só voltou a levantar a taça em 1975. O Paraguai também conquistou o título duas vezes: em 1953 e 1979. Já Colômbia, Chile e Bolívia conquistaram um título cada. 2001, 2015 e 1963 respectivamente.
O Brasil levantou a taça oito vezes ao todo. Entre os vários recordes da Copa América, os nossos vizinhos uruguaios conquistaram 15 vezes e os hermanos argentinos foram campeões em 14 oportunidades.
Mas também tiveram aquelas seleções que amargaram muitos vice-campeonatos. E outros que nunca foram campeões!
Jornalismo Digital
Thursday, June 23, 2016
História do Brasil na Copa América
Comemorando o centésimo aniversário da primeira edição da Copa América em 2016, ao todo já foram 34 edições. O selecionado brasileiro já participou 24 vezes da competição.
Nas seis primeiras edições a seleção teve bons resultados. Foi campeão duas vezes em 1919 e 1922, ambas sediadas pelo Brasil. Vice-campeão do torneio em 1921 na Argentina. E outras três vezes o Brasil ficou em terceiro lugar, sendo em 1916 na Argentina, 1917 no Uruguai e 1920 no Chile.
Depois do título de 1922 no Estádio das Laranjeiras no Rio de Janeiro, a seleção brasileira só voltou a conquistar a taça em 1949, quando novamente, sediou a competição. No ano seguinte, o Brasil seria vice-campeão mundial contra o Uruguai jogando no Maracanã.
O quarto título brasileiro demorou 40 anos para chegar. E foi novamente em casa. Em 1989, a seleção comandada por Sebastião Lazaroni venceu a final contra o Uruguai pelo placar mínimo de 1 a 0, gol de Romário.
Nas seis primeiras edições a seleção teve bons resultados. Foi campeão duas vezes em 1919 e 1922, ambas sediadas pelo Brasil. Vice-campeão do torneio em 1921 na Argentina. E outras três vezes o Brasil ficou em terceiro lugar, sendo em 1916 na Argentina, 1917 no Uruguai e 1920 no Chile.
Depois do título de 1922 no Estádio das Laranjeiras no Rio de Janeiro, a seleção brasileira só voltou a conquistar a taça em 1949, quando novamente, sediou a competição. No ano seguinte, o Brasil seria vice-campeão mundial contra o Uruguai jogando no Maracanã.
O quarto título brasileiro demorou 40 anos para chegar. E foi novamente em casa. Em 1989, a seleção comandada por Sebastião Lazaroni venceu a final contra o Uruguai pelo placar mínimo de 1 a 0, gol de Romário.
Entre as cinco edições da Copa América disputadas em 1997 e 2007, a seleção brasileira conquistou quatro edições. Em 1997 os grandes nomes eram Ronaldo e Romário que, na altitude da Bolívia, venceu o país sede por 3 a 1 e levou o primeiro título fora de casa.
Em 1999 veio o bicampeonato. Jogando no Paraguai, novamente Ronaldo e agora Rivaldo se destacaram. Os dois foram os artilheiros da competição. Destaque também para o surgimento de um garoto que seria destaque do Brasil nos anos seguintes, Ronaldinho Gaúcho.
Em 2001 uma eliminação dolorosa para uma seleção sem nenhuma história no futebol. Jogando no Equador, o Brasil acabou eliminado pela seleção de Honduras. Pressionado, o técnico Luiz Felipe Scolari quase foi demitido. Mas aguentou a pressão e foi campeão mundial no ano seguinte.
Em 2004 foi a redenção. Jogo duro e a Argentina quebrando o jejum de títulos até os 48 do segundo tempo. Em bola na área, Adriano meteu um petardo no canto direito do goleiro e conseguiu empatar a partida. Nos pênaltis, Juan fez o gol da vitória e do sétimo título brasileiro.
Em 2007 o último título da seleção brasileira em Copa América. Disputada na Venezuela e com grandes atuações de Robinho e Júlio Baptista, o selecionado de Dunga passeou contra a Argentina e meteu 3 a 0 na final.
Desde então já se foram duas copas, em 2011 e 2015. Em ambas a seleção foi eliminada nas quartas-de-final. Mas o pior baque foi na atual edição, onde o país foi eliminado na primeira fase. A próxima edição é em 2019. Resta saber se o país vai manter a escrita de ser o único campeão em nossas terras.
Entre tantas histórias e partidas do Brasil na Copa são vários aqueles que marcaram seu nome na história da competição!
Craques da Copa América 2016
Muitas vezes a Copa América não conta com os melhores jogadores de cada seleção. Este ano, por exemplo, o Brasil não conta com o principal nome da seleção, Neymar. Contudo outras seleções vieram com os principais nomes para a disputa do torneio continental.
Argentina: Lionel Messi
Principal nome da geração, é considerado por muitos o melhor jogador das últimas décadas no mundo. É recordista em títulos de melhor do mundo: ao todo são cinco prêmios. Multicampeão com o Barcelona. Contudo, nunca levantou uma taça com a seleção principal da Argentina (foi campeão das Olimpíadas com a sub-23). Espera encerrar um jejum de 23 anos da Argentina sem um título.
Uruguai: Luis Suarez
Companheiro de equipe de Messi e Neymar no Barcelona, muito o consideram candidato ao título de melhor do mundo, já que fez uma temporada espetacular pelos espanhóis. Foi convocado para a competição, mas por conta de uma lesão não conseguiu ajudar a Celeste a passar da primeira fase e junto com o Brasil foi uma decepção.
Chile: Arthur Vidal
Principal nome do Chile a pelo menos 3 anos, fez uma boa temporada jogando pelo Bayern de Munique, depois de ótima passagem pela Juventus. Tenta repetir o feito de 2015 e derrotar a Argentina na final da Copa América. Tem uma seleção bem estruturada e meteu 7 a 0 no México nas quartas-de-final.
Colômbia: James Rodriguez
Argentina: Lionel Messi
Principal nome da geração, é considerado por muitos o melhor jogador das últimas décadas no mundo. É recordista em títulos de melhor do mundo: ao todo são cinco prêmios. Multicampeão com o Barcelona. Contudo, nunca levantou uma taça com a seleção principal da Argentina (foi campeão das Olimpíadas com a sub-23). Espera encerrar um jejum de 23 anos da Argentina sem um título.
Uruguai: Luis Suarez
Companheiro de equipe de Messi e Neymar no Barcelona, muito o consideram candidato ao título de melhor do mundo, já que fez uma temporada espetacular pelos espanhóis. Foi convocado para a competição, mas por conta de uma lesão não conseguiu ajudar a Celeste a passar da primeira fase e junto com o Brasil foi uma decepção.
Chile: Arthur Vidal
Principal nome do Chile a pelo menos 3 anos, fez uma boa temporada jogando pelo Bayern de Munique, depois de ótima passagem pela Juventus. Tenta repetir o feito de 2015 e derrotar a Argentina na final da Copa América. Tem uma seleção bem estruturada e meteu 7 a 0 no México nas quartas-de-final.
Colômbia: James Rodriguez
Destaque na Copa do Mundo de 2014 com um futebol muito vistoso, foi vendido para o Real Madrid, mas não conseguiu repetir as atuações que fez há dois anos atrás. Terminou a Copa América de 2015 em sexto. Nesta edição teve um pouco mais de sorte e conseguiu alcançar as semi-finais, mas mesmo assim não consegui levar o time a final e caiu para o atual campeão Chile.
Acostumados a disputar decisões, Messi e Vidal vão para a terceira final em dois anos: Duas pela seleção e um por clubes
Seleção Brasileira de todos os tempos na Copa América
Já se vão 100 anos de Copa América. São ao todo oito títulos do Brasil, sendo quatro deles, os primeiros, como país sede e os outros quatro a partir de 1997. Nada mais justo do que definir uma seleção dos melhores jogadores que vestiram a camisa da seleção neste campeonato.
Goleiro: Taffarel - Segundo jogador brasileiro com mais partidas na Copa América. Ao todo foram 25 partidas disputadas pelo goleiro que ficou marcado pelos pênaltis defendidos na Copa do Mundo de 1994.
Na semi-final de 1995 defendeu dois pênaltis na disputa contra a Argentina. O Brasil acabou perdendo a decisão para o Uruguai. Em 1997 foi campeão na competição disputada na Bolívia.
Laterais: Roberto Carlos - Lateral esquerdo por muito tempo foi um dos principais nomes da seleção. Disputou a Copa América quatro vezes. Jogou a competição de 1993. Foi vice-campeão em 1991 e 1995. Campeão nas edições de 1997 e 1999.
Djalma Santos - Lateral direito foi o terceiro jogador brasileiro que mais disputou partidas na competição continental. Disputou a competição nos anos de 1953, 1956, 1957 e 1959. Foi vice-campeão em três oportunidades: 53, 57 e 59. Marcou época no futebol por ser um jogador extremamente leal e apesar de ser um marcador, nunca foi expulso.
Djalma esteve em campo na maior goleada da competição. A seleção brasileira venceu a Colômbia por 9 a 0 no Estádio Nacional de Lima no Peru.
Zagueiros: Juan - Reserva no vexame da seleção em 2001, quando foi eliminada por Honduras, esteve presente nos títulos de 2004 e 2007 como titular e um dos principais jogadores da seleção brasileira.
Na disputa de 2004, Juan foi o responsável pela cobrança de pênalti que deu o título para a seleção brasileira contra a Argentina.
Aldair - Jogador clássico e com muita técnica, foi campeão com a seleção em 1989 disputando 5 partidas na competição. Não conseguiu repetir o feito um ano depois na Copa do Mundo de 1990. Em compensação foi importante para a seleção de 1994 no título mundial.
Quinto jogador da esquerda para a direita (ao lado de Ricardo Gomes e Branco) ajudou a seleção a conquistar o quarto título da Copa América jogando em casa.
Meio-Campo: Rivaldo - Grande nome da seleção brasileira no início dos anos 2000, foi um dos responsáveis pelo segundo título do país fora de casa na Copa América. Deixou a sua marca cinco vezes em 1999 e ajudou a seleção a vencer título no Paraguai.
O meia foi responsável por dois gols na final contra o Uruguai e deu assistência para o gol que selou o título brasileiro.
Jair Rosa Pinto - Um dos primeiros grandes nomes da seleção brasileira disputou três vezes a competição sendo vice-campeão em 1945 e 46 e depois se consagrando campeão e artilheiro do terceiro título do país em 1949.
Meio-Campo: Rivaldo - Grande nome da seleção brasileira no início dos anos 2000, foi um dos responsáveis pelo segundo título do país fora de casa na Copa América. Deixou a sua marca cinco vezes em 1999 e ajudou a seleção a vencer título no Paraguai.
O meia foi responsável por dois gols na final contra o Uruguai e deu assistência para o gol que selou o título brasileiro.
Jair Rosa Pinto - Um dos primeiros grandes nomes da seleção brasileira disputou três vezes a competição sendo vice-campeão em 1945 e 46 e depois se consagrando campeão e artilheiro do terceiro título do país em 1949.
Ídolo por onde passou e contemporâneo de outros grandes jogadores brasileiros, foi muito importante para a construção de uma identidade do Brasil como país do futebol.
Didi - Outro meio-campista que marcou época na década de 1950 no país, ajudou o Brasil a conquistar três vice-campeonatos (1953, 56 e 59). Apelidado Folha Seca pela maneira com que cobrava faltas foi um dos mentores de Pelé na seleção.
Foi um dos primeiros jogadores brasileiros a se aventurar pela Europa e em um dos maiores clubes do mundo, o Real Madrid. Além de tudo foi campeão mundial e melhor jogador da Copa do Mundo de 1958, e repetiu o título em 1962.
Atacante: Zizinho - Contemporâneo de Didi e Jair Rosa Pinto, foi o jogador brasileiro que mais vestiu a camisa da seleção e o segundo que mais jogou a competição. Ao todo foram 33 partidas. É também o maior artilheiro da copa com 17 gols.
Jogou a Copa América em 1942, 1945, 1946, 1949, 1953, 1957. Foi campeão em 1949 e vice-campeão nos anos de 1945, 1946 e em 1949.
Adriano - Um dos principais nomes no país em meados da década 2000. Atacante de muita força e potente chute na perna esquerda. Foi responsável por mandar a final entre Brasil e Argentina para os pênaltis ao marcar o gol de empate contra os hermanos no apagar das luzes.
Além de ser um dos principais nomes brasileiros neste campeonato, também foi o grande nome da seleção na Copa das Confederação do ano seguinte, 2005, e da Copa do Mundo de 2006.
Ronaldo - Quinto maior artilheiro do país na Copa América e um dos maiores atacantes brasileiros de todos os tempos. Foi importantíssimo nas conquistas de 1997 e 1999. Artilheiro junto com Rivaldo da Copa de 1999.
Mesmo quando esteve no auge, acabou não disputando outras edições e sempre foi poupado pelos técnicos brasileiros. Mas mesmo assim deixou sua marca na competição continental
Técnico: Zagallo - Talvez o brasileiro com mais títulos representando o selecionado de futebol. Como jogador foi campeão das Copas do Mundo de 1958 e 1962. Como treinador venceu a Copa do Mundo de 1970 e a Copa América de 1997. Como auxiliar técnico a Copa do Mundo de 1994 e a Copa América de 2004.
Após ser muito criticado na competição, o velho lobo soltou a ilustre frase: "Vocês vão ter que me engolir" que ficou marcada por muito tempo.
Tuesday, June 21, 2016
A crise no futebol do Brasil
Na última década de 2000 o Brasil ganhou praticamente tudo que disputou: Copa do Mundo de 2002; Copa das Confederações de 2005 e 2009; Copa América 2004 e 2007; Nesta década, de 2010, a seleção conquistou apenas a Copa das Confederações de 2013, ano anterior ao mundial que o país iria sediar.
O selecionado canarinho vem colecionando vexames ultimamente. Na Copa América de 2011 a seleção foi eliminado pelo Paraguai nas quartas-de-final por 3x0 nos penaltis, tendo chutado todas as bolas para fora.
Três anos depois veio o maior vexame da história da Seleção Brasileira. Um ano depois de atropelar a Espanha, até então o melhor time do mundo, na final da Copa das Confederações, a expectativa pelo título em casa era enorme. E a decepção foi avassaladora. Sonoros 7 a 1 para a Alemanha no Mineirão.
Após a eliminação muito se dizia que após esse resultado o futebol brasileiro deveria mudar. E não foi o que aconteceu. Depois da demissão de Felipão, quem assumiu foi Dunga. E diferente de última passagem do técnico entre 2007 e 2010, nem os bons resultados vieram.
E mais uma decepção para o torcedor brasileiro: eliminação em um grupo com Equador, Peru e Haiti, países sem pouca ou quase nenhuma história no futebol.
Thursday, June 9, 2016
O papel do jornalista
Assim como o mundo mudou, o jornalismo também passou por diversas mudanças ao longo dos anos. Se antes cada jornalista exercia uma função extremamente específica dentro de uma redação burocrática, hoje o jornalista deve saber adaptar as situações em que é colocado.
Se antes havia uma hierarquia muito mais forte dentro de uma redação, hoje passamos para um período de muito mais dialogo. O jornalista precisou se moldar as novas formas de divulgação do trabalho. O fenômeno das redes sociais mudou também a forma de interação entre o jornalista e o seu público, a maneira como recebemos o feedback ficou muito mais agressivo e instantâneo.
Estamos passando por um processo de transformação do jornalismo. Devemos nos adaptar mais e mais a cada nova plataforma que chega. Tudo é novidade e deve ser tratado com muita cautela.
Recirculação da notícia
O presente trabalho tem por objetivo selecionar duas matérias com grande repercussão e selecionar 5 comentários e 5 filtros dessa notícia no Twitter.
1ª Matéria
2ª Matéria
A recirculação através de comentários mostra os usuários da rede ironizando o fato da seleção ter vencido um time sem expressão nenhuma no futebol pelo menos placar da vexatória derrota na Copa do Mundo de 2014.
1ª Matéria
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